| Tweet |
Outra lenda indígena de nossa cultura. Consta que a filha do chefe da tribo dos Amanajós amava Metara, índio da tribo dos Pimenteiras, terrível inimiga de sua tribo. Os encontros de Zabelê e Metara aconteciam sempre às escondidas. Ela saía para pegar mel na beira do rio Itanhim., mas Mandaú desconfiou daquelas andanças de Zabelê. Mandaú era da tribo de Zabelê e sentia-se preterido, amava-a loucamente, mas ela não correspondia àquele amor. Mandaú descobriu então o local dos encontros, levou algumas testemunhas da tribo dos Amanajós para darem o flagrante no casal de namorados. Ocorreu um grande briga, que resultou na morte de Zabelê, Metara e Mandaú,. Esse fato deu origem a outra guerra entre as duas tribos, que durou sete sóis e sete luas. Tupã, penalizado com os dois amantes, resolveu transformá-los em duas lindas aves, que andam sempre juntas e cantam tristemente ao entardecer.
Mandaú foi castigado, transformando-se-se em um gato Maracajá, que é sempre perseguido por caçadores.
Zabelê vive cantando ainda hoje a tristeza de seu amor infeliz